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1.150 Dias ou 2.300 Sacrifícios

 

Que YHWH nos abençoe e nos guarde...

Aumentou bastante, entre os adventistas (qualquer que seja o adjetivo que os diferenciem), o número dos que interpreta Antíoco Epifânio como o “perfeito” cumpridor das profecias de Dan. 8:9-14 (dentre outras). Muitos adventistas e não adventistas (que defendem essa idéia), afirmam que o sistema de interpretação adventista das “2.300 tardes e manhãs” (Dan. 8:14) e das “setenta semanas”  (Dan. 9:24) é uma falácia. No entanto, afirmam que o ponto de vista deles é lógico e verdadeiro.

Então, antes de analisarmos alguns pontos relacionando-os a Antioco Epifânio, veja o que o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (http://houaiss.uol.com.br), diz sobre falácia:

substantivo feminino
1    qualidade do que é falaz; falsidade - Ex.: sua afirmação é uma f.
2    Rubrica: filosofia - no aristotelismo, qualquer enunciado ou raciocínio falso que entretanto simula a veracidade; sofisma
2.1    Rubrica: filosofia - na escolástica, termo us. para a caracterização do silogismo sofístico do aristotelismo, que consiste em um raciocínio verossímil, porém inverídico”.

Leia também o que o professor Fredric Litto (coordenador científico do Núcleo de Comunicação Aplicada à Educação da Escola do Futuro - USP.) diz em seu artigo:

Argumentos falaciosos: um pequeno compêndio para evitar a compra de gatos por lebres, no seguinte endereço:

http://www2.uol.com.br/aprendiz/n_colunas/f_litto/index.htm.

Nesse artigo ele diz: “Enquanto a mentira é uma informação falsa, uma falácia é um argumento falso, ou uma falha num argumento, ou ainda, um argumento mal direcionado ou conduzido”.

Depois, no parágrafo seguinte ele declarou:

“Note bem: não confunda mentiras com falácias. Mentiras são desvios ou erros propositais sobre fatos reais; falácias, por outro lado, são discursos, ou tentativas de persuadir o ouvinte ou leitor; promovendo um engano ou desvio, porque suas estruturas de apresentação de informação não respeitam uma lógica correta ou honesta, pois foram manipuladas certas evidências ou há insuficiência de prova concreta e convincente. Uma afirmação falaciosa pode ser composta de fatos verdadeiros, mas sua forma de apresentação conduz a conclusões erradas. Toda pessoa esclarecida, instada a elaborar argumentos, por força do trabalho que executa ou de situações cotidianas, deve reconhecer nos próprios argumentos o uso proposital do raciocínio falacioso (intenção de ludibriar) e a imperícia de raciocínio (lógica acidentalmente comprometida). De uma forma ou de outra, compra-se ou vende-se gato por lebre”.

Dentre outras afirmações, do parágrafo acima, destaco esta: “Uma afirmação falaciosa pode ser composta de fatos verdadeiros”. É por isso que muitas pessoas com boas intenções são enganadas e defendem o erro como se fosse verdade. Elas olham muitas verdades juntas e não percebem o erro que encontra-se no centro ou  entre ou ao redor das verdades.

Ele diz que há três grandes categorias de falácias: “(A) aquelas baseadas emtruques de palavras’; (B) aquelas que representam a perversão de métodos de argumentos legítimos, especialmente o indutivo; e (C) aquelas que representam argumentos extraviados ou desencaminhados”.

Sobre esses grandes tipos não acrescentarei citações sobre eles. E quanto ao que escreverei, julguem vocês se é mais uma falácia ou não.

 

DANIEL 8:9-14

Nesses versos, no que diz respeito ao rei Antíoco Epifânio, irei abordar alguns dos fatos: históricos e geográficos, políticos e militares e religiosos, na respectiva ordem apresentada no verso nove.

A Versão Almeida Revista e Atualiza (ARA) traduziu: “De um dos chifres saiu um chifre pequeno e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa”.

Nesse verso, é apresentada, por meio dos defensores de Antíoco (os redatores da Versão ARA também defendem a mesma idéia), a primeira falácia de um argumento na tradução: “chifres”. Não há esta palavra no verso nove. A palavra chifres foi acrescentada ao texto por inferência. “i. uma hipótese sem verificar com rigor as premissas”. (Dicionário Houaiss).

No verso oito foi dito que o grande chifre foi quebrado, e que em seu lugar surgiram quatro. Por isso, deduzem que a expressão: “de um deles” é uma referência a um dos quatro chifres. Mas esquecem que a última expressão do verso oito é: “os quatro ventos do céu”.

 

ARGUMENTO GRAMATICAL

No verso 8 temos: a palavra (qeren), "chifre", que é do gênero feminino. A palavra (’areba‘), “quatro” é do gênero masculino; a palavra (rûchot), "ventos", está no plural feminino;  e a yim), "amapalavra (shdo céu" é masculina.

No verso 9 temos: (wû) uma conjunção, a expressão: min−hā’achat; (min) é uma preposição. O numeral (’achat) é feminino e vem substantivado com o artigo (hā). O pronome (hem), é masculino, "eles". Além do mais, o pronome (hem) vem seguido da preposição (min). Então, a expressão "de + eles" corresponde à combinação: "deles".

O professor SCHOKEL, Luis Alonso (em seu Dicionário Bíblico Hebraico-Português. Edição brasileira. São Paulo - SP, Editora Paulus, 1997. p. 39.), afirma o seguinte: "O Numeral cardinal. Um/a. ... Seguido de 'min': um de".

Portanto, a expressão “de um deles”, sem dúvida é uma referência à última expressão do verso oito: “quatro ventos do céu”.

 

ARGUMENTO HISTÓRICO

Admitindo que alguém ainda não aceite esse argumento gramatical. Apresentarei outros. É inegável a existência histórica, política e militar de Antíoco, um personagem que teve seu lugar geográfico como rei da Síria. É evidente também pela própria História que ele jamais foi rei do Egito, jamais o Egito ficou sendo um reino vassalo e pagando impostos para Antíoco Epifânio. Quando ele tentou dominar o Egito foi humilhado e expulso pelos romanos. A profecia do verso nove, sobre a “ponta pequena”, declara:

“... e se tornou muito forte para o sul”.

Se esta expressão: “para o sul” for uma referência apenas ao Egito, fica claro, em função do que foi dito acima, que ela não se cumpriu com Antíoco Epifânio. E se for uma referência apenas geografia, aí mesmo é que ela não se cumpre com ele. O Egito está ao sudoeste da Síria (nesta época quem dominava política e militarmente a Ásia Menor era o Império Romano). A Ásia Menor, a atual Turquia está literalmente ao Norte do Egito. Por outro lado, é Israel que está literalmente ao sul da Síria.

Portanto, como entender que Antíoco se tornou forte “para o sul” se ele foi humilhado e expulso, pelos romanos, do Egito quando tentou dominá-lo? Não tem como.

 

ARGUMENTO GEOGRÁFICO (QUANTO A SEQÜENCIA)

A seqüência das conquistas e/ou fortalecimento da “ponta pequena” é: “se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa”.

Antíoco primeiro tentou conquistar o reino do Sul (o Egito); mas foi mal sucedido em seus planos por causa do Império Romano. Portanto, não se tornou forte para o sul (conquistando o reino do Sul).

Depois o verso diz que a “ponta pequena” iria se tornar forte “para o oriente”. Quando Antíoco foi humilhado e expulso do Egito ele revoltou-se contra Jerusalém e o Templo (saqueando-o, porque teria que pagar impostos aos romanos por sua ousadia em querer dominar o Egito).

Percebe-se mais uma vez que a profecia não se cumpre com Antíoco Epifânio. Depois do sul a ponta pequena deveria fortalecer-se para o oriente e não para Jerusalém. Portanto, é evidente que ocorre uma inversão da seqüência geográfica (direção das conquistas de Antíoco). Diante disso, analisando a direção apenas no sentido geográfico, mais uma vez Antíoco não satisfaz os requisitos da profecia.

Após fazer o que fez em Jerusalém e no Templo, Antíoco dirigiu-se para o Oriente, e morreu por lá.

Por último o verso nove diz que a “ponta pequena” iria se fortalecer para a “glória” ou “em direção a glória”. Todas as Versões ou quase todas traduzem: “terra gloriosa” ou “terra formosa” ou “país do Esplendor”.

 

ARGUMENTO POLÍTICO E MILITAR

É evidente que Antíoco Epifânio não conquistou nada para o Sul (exceto Israel, que teve que ficar pagando imposto por alguns anos), no que diz respeito ao rei do Sul – Egito. Também não conquistou nenhum reino no Oriente, nem mesmo ao oriente da Síria.

A breve conquista de Antíoco Epifânio sobre o Egito, o rei do sul, não caracteriza o crescimento, pois, logo depois, Antíoco IV foi derrotado pelos romanos. Relato do livro primeiro Macabeus:

"Entrou em combate com o rei do Egito, Ptolomeu, o qual recuou diante dele e fugiu, muitos tombando feridos. As cidades fortificadas do Egito foram tomadas e Antíoco apoderou-se dos despojos do país. Tendo assim vencido o Egito no ano cento e quarenta e três e empreendendo o caminho da volta, subiu contra Israel e contra Jerusalém com um exército numeroso". (1Macabeus 118-20 - BJ). 

Percebam que é este o ano (cento e quarenta e três) em que, pela primeira vez, o Santuário de Jerusalém foi profanado por Antíoco Epifãnio.

Sobre a tentativa de Antíoco Epifânio conquistar o Egito, assim relatou um escritor:

"Antíoco Epifânio, depois de um fugaz triunfo no 'sul' (Egito), foi totalmente derrotado nesse país quando o embaixador romano, C. Popílio Laenas, meramente lhe informou que o Senado Romano queria que ele se retirasse. O inflexível romano traçou com sua bengala um círculo em torno de Antíoco e exigiu deste uma decisão antes que ele saísse de dentro do círculo". (MAXWElL, C. Mervyn. Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel. Tatuí - SP, CPB, 1996. p. 159.).

Sobre os acontecimentos que envolveram o Senado Romano e Antíoco IV, um outro escritor, diz o seguinte:

"Na Síria, o sucessor de Antíoco III, Antíoco IV, garantia que os 'decretos do Senado eram para ele como ordens dos deuses'". (DIACOV, V. e COVALEV, S. HISTÓRIA DA ANTIGÜIDADE. Vol. 3. São Paulo, Editora Fulgor Limitada, 1965. p. 719.).

Portanto, como o próprio relato bíblico, acima, deixou claro, Antíoco Epifânio foi primeiro contra os egípcios, e depois contra Jerusalém. Como já foi citado acima. Então, foi somente mais tarde que ele se dirigiu para as regiões da Pérsia. Não para fazer uma conquista, mas para cobrar os impostos das províncias do seu reino. E um dos limites do seu reino chegava até à fronteira com o Egito.

Dois anos depois, o rei enviou para as cidades de Judá o Misarca, que veio a Jerusalém com um grande exército. Dirigindo-se aos habitantes com palavras enganosas de paz, ganhou-lhes a confiança e, de repente, caiu sobre a cidade, golpeou-a duramente e chacinou a muitos de Israel. Saqueada a cidade, entregou-a às chamas e destruiu-lhe as casas e as muralhas”. (1Macabeus 1:29-31).

A expressão: “Dois anos depois”, é uma referência ao ano em que Antíoco Epifânio profanou o Santuário, saqueando-o.

Tendo assim vencido o Egito no ano cento e quarenta e três e empreendendo o caminho de volta, subiu contra Israel e contra Jerusalém com um exército numeroso. Entrando com arrogância no Santuário, apoderou-se do altar de ouro, do candelabro com todos os seus acessórios, da mesa da proposição, das vasilhas para as libações, das taças, dos incensórios de ouro, do véu, das coroas, da decoração de ouro sobre a fachada do Templo: tudo ele despojou. Tomou, além disso, a prata, o ouro, os utensílios preciosos e os tesouros secretos que conseguiu descobrir. Carregando tudo isso, partiu para o seu país, depois de ter derramado muito sangue e proferido palavras de extrema arrogância”. (1Macabeus 1:20-24).

Se isso não foi uma profanação do Santuário, o que poderemos chamar de profanação? Ou apenas quando o porco foi sacrificado no Altar de Holocausto, é que deve ser considerada a primeira profanação?

Por que Antíoco Epifânio entrou com arrogância no Santuário? Porque ele sofrera uma humilhação no Egito.

Antíocos IV, agressor do Egito, é intimado pelo Senado a retirar-se; o círculo de Popílio; Antíocos cede; suas tropas evacuam o Egito e Chipre.” - (Sumário do Livro: História - Livro XXIX, 26-27.) - (POLÍBIOS, 200-120 a. C. – Editores: REINER, Lúcio e RIGUEIRA, Wânia de Aragão Costa. HISTÓRIA. 1ª ed.. Brasília – DF, Editora Universidade de Brasília, 1985. p. 25.).

 

ARGUMENTO RELIGIOSO

Não se pode negar que Antíoco Epifânio também faça parte de uma profecia em Daniel. No entanto, tal profecia não diz respeito a Dan. 8:9-14; e sim Dan. 9:25, quando o profeta diz: “e sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos”. (ARA).

Os defensores dos 1.150 dias ou 2.300 sacrifícios defendem a literalidade do número de dias, mas isso não ocorre quando analisamos os livros de 1º e 2º Macabeus. Só pra deixar claro outra falácia dos defensores de tal idéia, é a inclusão da palavra “sacrifício”, nas traduções de Dan. 8:11-12, e conseqüentemente no verso 14.

 

COMENTÁRIOS BASEADOS EM 1º E 2º MACABEUS

Agora, vamos fazer os cálculos, a partir da data que eles têm por base, para chegarmos aonde eles afirmam que terminou a purificação do Santuário.

Dizem que o início é “No décimo quinto dia do mês de Casleu do ano cento e quarenta e cinco”, conforme 1Macabeus 1:54. E o final é “No décimo terceiro dia do mês de Adar”, conforme 1Macabeus 7:43 e 49 – BJ. O qual corresponde ao ano cento e cinqüenta e um. Portanto, nessa contagem, eles não levam em conta a data da purificação, conforme foi declarada:

No dia vinte e cinco do nono mês – chamado Casleu – do ano cento e quarenta e oito, eles se levantaram de manhã cedo e ofereceram um sacrifício, segundo as prescrições da Lei, sobre o novo altar dos holocaustos que haviam construído.... E Judas, com seus irmãos e toda a assembléia de Israel, estabeleceu que os dias da dedicação do altar seriam celebrados a seu tempo, cada ano, durante oito dias, a partir do dia vinte e cinco do mês de Casleu, com júbilo e alegria”. (1Macabeus 4:52-59 – BJ).

O mês de Adar corresponde aos nossos meses de fevereiro/março. Porque abrange, o começo do nosso mês de fevereiro e o final abrande o mês de março.

Do dia 15 do mês de Casleu do ano 145, até o dia 15 do mês de Casleu do ano 151, temos 06 (seis) anos. O que corresponde a 2.160 (duas mil cento e sessenta) tardes e manhãs literais; ou 1.080 sacrifícios como eles defendem.

Depois do mês de Casleu (novembro/dezembro), temos o mês de Tebete (dezembro/janeiro), o mês de Sebate (janeiro/fevereiro) e o mês de Adar (fevereiro/março).

De 15 de Casleu, até 15 de Tebete, 30 dias.

De 15 de Tebete, até 15 de Sebate, 30 dias.

De 15 de Sebate, até 13 de Adar, 28 dias.

Se começarmos a contar, a partir do ano 143 e concluirmos no dia 25 de Casleu do ano 148, não chegaríamos ao total de 2.300 tardes e manhãs; e se a contagem começar a partir do ano 143 e concluirmos no dia 13 de Adar do ano 151, teríamos praticamente (contando-se apenas um mês do ano cento e quarenta e três), no mínimo mais 370 (trezentos e setenta) dias. Ultrapassando o tempo especificado de 2.300 tardes e manhãs.

Do dia 15 do mês de Casleu do ano 151, até o dia 13 do mês de Adar, temos quase 03 (três) meses. Na realidade, temos 88 (oitenta e oito) dias. O que nos dá um total de 2.160 dias + 88 dias = 2.248 dias. Faltando 52 dias para as 2.300 tardes e manhãs.

Eles têm por base o décimo quinto dia do mês de Casleu do ano cento e quarenta e cinco. Não o ano 143, quando foram roubados todos os objetos do Santuário, que estão vinculados ao Tamîd.

Portanto, essa contagem não satisfaz a literalidade da profecia, em função de dias literais.

Em Dan. 8:11, o Texto, literalmente, diz que depois de “ser arrebatado (exaltado) o Tamid”, “foi derrubado o alicerce (a base) do Seu Santuário”.

Isso, de forma alguma se aplica nem a Antíoco Epifãnio nem ao seu tempo.

 

DAN. 8:9 SEQÜÊNCIA LITERAL

“... um chifre pequeno e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa”.

Se você quiser interpretar esta seqüência de forma literal, no que diz respeito aos aspectos, históricos, geográficos, políticos e religioso, apenas o Império Romano cumpre perfeitamente tal profecia. Por mais que alguns queiram colocar Roma Papal em Daniel 8:9, ela também não se encaixa nessa profecia.

O Império Romano conseguiu fortalecer-se quando enfrentou e venceu um poderoso rival: Cartago que literalmente ficava ao Sul de Roma. Depois o Império Romano cresceu em direção ao reino do Sul – Egito, depois cresceu em direção ao Oriente (Ásia Menor), inclusive sobre a Síria que se tornou uma província romana. E finalmente, o Império Romano cresceu (tornou-se forte) em direção a Jerusalém. Onde parou em frente a mulher (Apoc. 12:3-4).

Para concluir, foi Tito com seu exército que destruiu o Santuário e derrubou o seu alicerce após ser arrebatado (exaltado) o Tamid.

OBS: Se uma tarde e uma manhã, em Dan. 8:14, não corresponder a UM DIA, então os relatos de Gên. 1:5, 8, 13, 19, 23 e 31, também não correspondem a UM DIA. É mais lógico entender 2.300 tardes e manhãs como sendo uma referência aos 2.300 dias que a 1.150 sacrifícios. Além do mais, a palavra sacrifício não foi escrita pelo profeta Daniel, no capítulo 8:9-14. – josielteli@yahoo.com.br

Que YHWH faça resplandecer o Seu rosto sobre nós, e tenha misericórdia de nós...

 

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