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O 8º REI

"A OPERAÇÃO DO ERRO"

O IMPÉRIO DE SATANÁS

 

Pois o mistério da iniqüidade já opera; somente há um que agora o detém até que seja posto fora; e então será revelado esse iníquo, a quem o Senhor Jesus matará como o sopro de sua boca e destruirá com a manifestação da sua vinda; a esse iníquo cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás com todo o poder e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para serem salvos. E por isso Deus lhes envia a operação do erro, para que creiam na mentira; para que sejam julgados todos os que não creram na verdade, antes tiveram prazer na injustiça. II Tes 2:8-12

Agradeço antecipadamente aos idealizadores do site adventistas.com, pela imparcialidade quanto à aceitação deste escrito, o qual não deixa de ser, uma devida, contra-argumentação à "teoria dos 7 reis".


Introdução.

Para que você leia todo este escrito, vou estimulá-lo com duas pergunta: 1ª Você saberia me responder por que está escrito que a besta é dos 7 e não um dos 7? 2ª A Bíblia nos revela ser a besta dos 7 reis, como explicar esta possibilidades de a besta que era e já não é, existir ao mesmo tempo?

Sempre que uma profecia for "inovadoramente" interpretada, teremos a nossa frente duas possibilidades: Levanta-se um grande profeta ou "a operação do erro" se faz presente. Todos sabem que todo o apocalipse é fruto de visões, então é importante raciocinar sobre o porquê de O Espírito enfatizar, que esta visão da prostituta de Apoc. 17 em especial, fora obtida através de um arrebatamento? Ora! É evidente que a importância da ênfase está em não permitir dúvidas, quanto à veracidade da afirmação Divina de que um rei existe. Afirmação esta, que a uma primeira análise, parece ser muito ilógica, veja: Apoc. 17:10 – ...são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo. Jamais usaria o anjo a frase "um existe" para se referir a um rei, fruto de uma visão obtida durante um arrebatamento espiritual. É importante acordar para o fato de que a visão tem conteúdo de futuro, ou seja, para João ainda algo inexistente. Ora! Não é curioso o fato de não haver no relato de João uma menção relativa à visualização explícita deste rei, digo, menção relativa ao visto no ato do arrebatamento que está limitado pelo verso 6 de Apoc. 17? Deus estaria mentindo? Rom. 3: 4... De modo nenhum; antes seja Deus verdadeiro, e todo homem mentiroso... Sim, se Deus disse que um rei existe, de fato ele tem que realmente existir. E como explicar isto sem mistificações é o que veremos a seguir...

Antes de começar a explicar a identidades de cada um dos "8 reis" ou como queiram os "7" reis, e o modo correto de contá-los, é preciso lembrar que os textos proféticos são sínteses elaboradas pelo Espírito e que é impossível argumentá-los sem repetições exaustivas, necessárias, para que fiquem por etapas, visíveis os pormenores. Não podemos começar sem lançar uma base, por isso é preciso atenção durante a leitura que antecede o assunto principal, mesmo que ela já seja por alguns, conhecido. Depois então, entraremos no assunto principal: A identidade de todos os "8 reis."

Quero afirmar que, as variadas deduções a que chegaram alguns com respeito ao símbolo "7 reis", é fruto de descuido com a percepção lógica, desprezo à ordem em que realmente ocorreram os fatos no texto de Apocalipse cap. 17 e enfim, de sua análise como um todo.

 

"... porque ocultaste..."?

Lucas 10:21 – Naquela mesma hora exultou Jesus no Espírito Santo, e disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos; sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.

Apoc. 17: 9 – Aqui está a mente que tem sabedoria...

A sabedoria está na prudência, dizer que: "... não faz mal algum se estiver errado..." é a mesma coisa que afirmar que uma meia verdade não é igual à uma grande mentira, sendo assim, quero aqui deixar patente minha discordância à "Teoria dos 7 reis". É certo que o temor ao Senhor é o princípio da sabedoria, por isto, inexplicável fica como nossa "sabedoria" pode variar tanto com respeito à identidade dos 7 reis. Esta grande variação é um mal, na medida em que nos distancia da verdade que obrigatoriamente é uma só e tem de estar contida nas escrituras.

Concordem, fosse esta profecia, como foi exposta, tão complexa, Deus estaria excluindo os simples e elegendo apenas os entendidos. Ora! Todos nós sabemos que as afirmações dEle são contrárias a isto: I Coríntios 1:19-20 – porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a sabedoria e o entendimento dos entendidos. Onde está o sábio? Onde o escriba? Onde o questionador deste século? Porventura não tornou Deus, louca a sabedoria deste mundo?

Apoc. 17:9 – Aqui está a mente que tem sabedoria.

Prov. 8:12 – Eu, a sabedoria, habito com a prudência, e possuo o conhecimento e a discrição.

Prov. 19:25 – Fere ao escarnecedor, e o simples aprenderá a prudência; repreende ao que tem entendimento, e ele crescerá na ciência.

 

A intenção profética.

A intenção profética não pode estar além da capacidade humana em adquirir a noção de alerta com respeito aos acontecimentos futuros. Tenho certeza, do necessário, os humildes, genuínos cristãos, já se encontram informados pelo Espírito. Esta complexidade a que chegaram com a "teoria dos 7 reis", sem dúvida, é resultado de múltiplas suposições, e daqui para frente a tendência para sustentá-las será sempre por explicações de pormenores desconexos, fato que descaracterizará cada vez mais a revelação profética, cumprindo-se assim a "operação do erro". Fosse esta profecia como colocada, determinante para nossa aprovação, estaríamos todos perdidos. Ler livros, falar línguas e estudar fora da Bíblia, não vai ajudar a entender o que é espiritual. A igreja está carente de homens com conhecimento, pesa contra isto, o fato da falta de contra-argumentações aceitáveis e bem fundamentadas nas escrituras.

Gostaria muito de ser acompanhado até o fim deste escrito, para que tenham certeza de que o universo da informação espiritual não é exclusividade dos "doutos". Tenho certeza que irão descobrir novidades, quem sabe até mesmo a verdade, tal como a simplicidade Bíblica a expôs.

 

Besta! O que significa este símbolo?

Para começar, é importante saber o que significa o símbolo "besta", pois do perfeito entendimento deste símbolo, vem a base para a correta contagem dos reis e colocações posteriores, principalmente as que se referem ao 6º, 7º e 8º rei.

Besta: É o nome usado para definir animal quadrúpede, fera de grande porte, ou mais especificamente para classificar um animal híbrido, estéreo por ser oriundo do cruzamento entre animais de espécies diferentes.

A profecia com o uso do símbolo "besta" quer fazer entender fundamentalmente, que os poderes a que se refere, são híbridos, não oriundos de um mesmo seguimento e tipo, ou seja, as duas bestas são compostas por mais de um poder e de tipos diferentes. É importante notar que as escrituras, claramente, quando de suas citações a "besta", descrevem uma grande força político-religiosa opressora, com o foco sempre centralizado na adoração.

Reflita um pouco: Por que Jesus frente à Pilatos, não quis expor sua autoridade real exercendo diplomacia e poder, pagando o preço desta posição indissolúvel com sofrimento e sangue? Veja: João 18:33 – Pilatos, pois, tornou a entrar no pretório, chamou a Jesus e perguntou-lhe: És tu o rei dos judeus?.. 36 – Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo. Ora! Este exemplo devia ser decorado pela igreja, ele é importante e doutrinário. Jesus deixou nele, bem claro, que a igreja não pode sob hipótese alguma se associar ao estado. Sendo assim, é claro que desta mistura não possa vir outra coisa, senão um poder bestial a deformar a lei e a adoração, que tem seu importantíssimo paralelo na remota advertência, no episódio da adoração da imagem ordenada pelo estado Babilônico em Daniel cap. 3.

E por lembrarmos de Babilônia... O corpo da besta descrito por Daniel, é composto de membros dos animais símbolos que representam os reinos por ela incorporados, mas, após a descrição da parte revelada, vem a não revelada; símbolos os quais devemos buscar entender e definir, não com uma imaginação fértil, mas sim com a palavra escrita.

 

Besta, "membros" a parte revelada de seu corpo (a origem, base).

Daniel 7:17 – Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra. A profecia em Daniel 7 é muito clara quanto à parte revelada do corpo da besta, os impérios: Babilônico, Medo-Persa, Grego e Romano são ali facilmente identificados. Não há qualquer dúvida quanto a eles, mas é necessário relembrar, para que novamente não haja desvio do que é óbvio. Apoc. 13: 2 – E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder e o seu trono e grande autoridade.

 

Besta; "sua cabeça" a parte velada de seu corpo (a pensante, executiva).

Apoc. 13:1 – Então vi subir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças nomes de blasfêmia.... 3 – Também vi uma de suas cabeças como se fora ferida de morte, mas a sua ferida mortal foi curada. Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta,

Apoc. 17:9-11 – As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada; ...são também sete reis ...A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição.

Complementando o símbolo besta, mais precisamente 1ª besta (6º rei), que atuou intensamente entre o 6º e 18º século, devemos observar nos textos um fato muito importante para o processo interpretativo, que são as menções feitas a ela (besta), ora como rei e ora como reino. Veja nos textos: Apoc. 17:11 – A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição.... Daniel. 7:24 – ...daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros. Daniel 7:8 – Eu considerava os chifres, e eis que entre eles subiu outro chifre, pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava grandes coisas. Note acima, no 1º texto, a definição da besta como rei, mais importante ainda é notar que o 2º e o 3º texto complementam sua definição como sendo um rei que se levantou da divisão de um reino e denomina seu reino como "o chifre pequeno". Mas, todos nós sabemos que a definição simbólica para chifre é reino e não rei. Como se não bastasse, no desfecho da história desse rei, nos é relatado o domínio de Cristo ao derrotar definitivamente seu reino. Daniel 7:24-27 – Quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros,... Proferirá palavras contra o Altíssimo... Mas o tribunal se assentará em juízo, e lhe tirará o domínio... O reino, e o domínio, e a grandeza dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo. O seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão.

Sobre ela (a besta), está profetizado: O tribunal se assentará em juízo, e lhe tirará o domínio, O reino e domínio. Portanto, fica assim provado, que a profecia associa a besta a um rei quando se refere a ela como o "oitavo rei, e é dos sete", mas também como reino, quando se refere a ela como "o chifre pequeno". Sendo assim, confirma-se a associação de um reino para cada rei, ficando explícito, que a palavra simbólica rei, não está invariavelmente associada à pessoa de um monarca.

A boca de leão (Apoc. 13:2) que falava grandes coisas, que é a menção ao rei, não existente em Apoc. 17. É muito evidente no corpo da besta o símbolo "cabeça ou boca de leão", que representa a antiga Babilônia de Nabucodonosor, mas há uma duplicidade deste simbolismo no texto, para a qual obrigatoriamente temos de atentar. Está escrito: Daniel 7:8 – Eu considerava os chifres, e eis que entre eles subiu outro chifre, pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que [falava] grandes coisas. O texto, claramente, faz menção a 2 (dois) períodos históricos:

1º Ao nascimento do chifre pequeno onde é relatado à derrocada de 3 reinos antigos (os seguidores de Árius – unitarianos).

2º A atuação deste mesmo chifre pequeno, que se remete até aos tempos atuais. Observando isto, quando consideramos "as cabeças" (no plural) e respeitamos o fato de que só uma de suas bocas fala com grandiosidade, já podemos perceber a distinção que há entre as cabeças, ou seja, entre os 7 reis. Daí para frente é correto afirmar que o símbolo Leão ou "Babilônia" atingiu seu 2º objetivo: a de simbolizar a moderna Babilônia, que evidentemente é governada por um dos 7 reis com grande poder e influência na palavra, (boca). Apoc.13:2 – E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de [leão]; e o dragão deu-lhe o seu poder e o seu trono e grande autoridade.

Apoc. 17: 10 - "As 7 cabeças são 7 montes".

Qual o verdadeiro significado do símbolo "monte"?

O símbolo "monte" se refere literalmente às 7 colinas de Roma, mas também, simbolicamente, a reinos. Roma papal (papado), é de fato o reino das 7 colinas, mas os papas não são os 7 reis mencionados nesta profecia. Veja na Palavra a garantia que temos sobre o significado do símbolo, "monte":

Isaias 14:13 – E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono; e no [monte] da congregação me assentarei, nas extremidades do norte;

Isaias 65:9 – E produzirei descendência a Jacó, e a Judá um herdeiro dos meus [monte]s; e os meus escolhidos herdarão a terra e os meus servos nela habitarão.

Daniel 2:43-45 – Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão pelo casamento; mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro. Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; nem passará a soberania deste reino a outro povo; mas esmiuçará e consumirá todos esses reinos, e subsistirá para sempre. Porquanto viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro, o grande Deus faz saber ao rei o que há de suceder no futuro. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação.

Ficou claro que a palavra "monte" esta associada a reino. Ora! Por que Cristo, nos versos de Daniel 2:44 à 45, teria ainda de destruir estes reinos se a "teoria do 7 reis" insinua não serem eles, de fato, mais existentes? Que reinos são estes simbolizados pelo ferro, bronze, barro, prata e ouro? Como responder a isto, baseando-se na "Teoria dos 7 reis"?

Certo é o sonho e fiel sua interpretação, do monte (reino) de Deus será cortada a pedra (a rocha, Cristo), que consumirá todos estes reinos. Temos certeza, por que está escrito: "...esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro". Há ainda outra confirmação, digo, um texto paralelo em Apocalipse 17, onde são citados nos versos de 10 à 12, tanto os 7 reis e a besta, como também os 10 reis últimos, todos unificados e sintetizados pela palavra "Estes", que é empregada no início de ambos os versos 13 e 14. Apoc. 17:13-14 – Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta. Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os que estão com ele, os chamados, e eleitos, e fiéis.

 

Um Anjo - De onde veio, qual era sua "interrompida" missão, em que tempo e o que veio mostrar?

Apoc. 16:1 – E ouvi, vinda do santuário, uma grande voz, que dizia aos sete anjos: Ide e derramai sobre a terra as sete taças, da ira de Deus. Apoc. 17:1 – Veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas;

Logo, o anjo de apocalipse capítulo 17, é um dos 7 anjos de apocalipse cap. 16, ele tem em suas mãos uma das 7 taças da ira de Deus. Durante uma visão de João, este anjo, antes de derramar sua taça, vem para arrebatá-lo em espírito, a fim de "libertá-lo do tempo", levá-lo em espírito ao futuro, para deixar melhor entendida esta parte da profecia; importante para aqueles que hão de viver nos últimos dias.

Segundo a Bíblia, o que é visão?

Daniel 4:5 – Tive um sonho que me espantou; e estando eu na minha cama, os pensamentos e as visões da minha cabeça me perturbaram.

 

Segundo a Bíblia, o que é arrebatamento espiritual?

Apoc 17:1 – "... Vem, mostrar-te-ei... 3 – ele me levou em espírito...".

 

Para que tempo foi arrebatado o espírito de João e em que tempo vivemos hoje?

Como já disse, o anjo que arrebatou João, tinha uma das 7 taças da ira de Deus em suas mãos, e o tempo do qual ele vem (procede), é revelado pela interrupção de sua missão em Apoc. 16. Antes do tempo da ira, o anjo prestes a derramar uma das 7 taças da ira de Deus, veio até João, o que faz com que João represente, neste episódio, todos os cristãos dos dias finais.

Veio o anjo para dar um alerta, o qual não teve a essência da intenção Divina deixar encoberto, antes, agora, já se encontra de todo revelado; do santuário sairá a ordem para os anjos consumarem a ira de Deus contra as transgressões à lei por ele, (o santuário), abrigadas. Estamos próximos à ira.

 

A explicação da visão, feita pelo anjo a João, foi feita durante o arrebatamento?

Durante uma visão de João, o anjo disse: "Vem e mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que se assenta sobre muitas águas". Apesar do "vem" arrebatador que é direcionado apenas ao espírito, precisamos entender que o corpo de João continua no cárcere da ilha de Patmos por volta dos anos 90. Parece sem sentido para o que acabei de chamar a atenção, mas é que alguns se esquecem disto, e acabam por fazer "uma viagem" bem maior do que a de João. A importância de chamar a atenção para o detalhe é a de ter em mente que João não escreveu apocalipse 17 durante o arrebatamento, e sim na prisão sob o verbo pretérito perfeito (passado). Também importantíssimo perceber que findo o verso 6, finda com ele o arrebatamento e apesar de João ainda estar em visão, o anjo, a partir do verso 7, apenas dá explicação sobre o que ele tinha visto durante o arrebatamento. Agora sim, daqui para adiante, posso explicar porque o que era e já não é, consegue ao mesmo tempo existir.

Então, volto a afirmar que o anjo veio, é lógico, para os cristãos de um pouco antes do tempo da ira (últimos cristãos da terra) e levou João para ver a condenação da prostituta. Ele arrebatou o espírito de João de sua carne a este determinado tempo, próximo à ira, e com o término do arrebatamento, restituiu o espírito de João, fato confirmado pelo verso 7, na frase: "Ao que o anjo me disse". Lá estava João de volta ao 1º século, onde a transmissão Espiritual é trocada apenas por palavras. Continua ainda o anjo com a explicativa da visão após o arrebatamento e não durante o arrebatamento, marcada pela prova incontestável, no fato irrefutável de que João usa em todo texto explicativo do anjo o verbo no pretérito perfeito (passado acontecido). É preciso perceber que quando da explicativa do anjo, se João ainda estivesse sob o arrebatamento, teriam sido usadas as frases: "que vês" ao invés de "que viste", e ainda: "admiras" ao invés de "admiraste". Portanto, a visão da besta ferida que "era e já não é", se remete a um determinado tempo antes da ira e se refere ao que foi visto por João durante o arrebatamento, mas a afirmação de que "um existe", se refere ao tempo presente da vida de João.

Um rei existe se refere a Roma Imperial, confirmada pela a alusão ao símbolo "Rei" (Roma Imperial), ainda no mesmo cap.17, onde o anjo lança sobre isto, também um enigma confirmativo: "Babilônia a grande cidade que reina sobre os reis da terra". Agora, preste muita atenção, aqui vai o mais importante detalhe deste escrito: Não tenha dúvida, Babilônia está assentada sobre a besta, representada por Roma a sede de 2 (dois) dos 7 reis (Império Romano e Papado) e é exatamente por causa disto, que no texto bíblico, onde deveria constar, segundo nossa inteligência, a frase é um dos sete, consta, segundo a Sabedoria Divina, a frase: "é dos sete".

Confirma esta prova, o fato, de o mesmo não acontecer, quando a Bíblia se refere ao rei que existe, quando do uso da palavra "um existe", tornando-o único, ou seja, um só dos reis.

Assim sendo, considerando o texto de Apoc. 17:11 – "... A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição". A interpretação correta com relação à besta é:

1º - O 5º rei é Roma papal.
2º - Do 6º rei (1ª besta, Roma Imperial/Roma papal) participou Roma papal.
3º - Do 7º rei (2ª besta, América/protestantismo), não participará Roma papal, mas sim o Falso profeta.
4º - Do 8º rei que é também a 2ª besta (depois de a 1ª ter se unido à ela e recebido a autoridade), participará Roma papal.

Exatamente assim, o texto explicativo do anjo foi dado In loco, terminada a visão. Isto não é uma teoria, apenas o que é evidente quando consideramos os atos e a gramática, sem a necessidade de uma falsa "ressurreição de papas", diga-se de passagem, da qual só Cristo tem autoridade para refazê-lo na carne, por isto a "personificação na carne" é uma grande falácia. Satanás jamais terá permissão para personificar quem quer que seja, prova disto é que os demônios, no Espiritismo, nunca o fizeram e jamais terão este poder, que segundo a Bíblia, é exclusivo de Cristo. Sem medo de errar: Jamais João Paulo II ressuscitará por outra mão que não seja a do próprio Cristo. Isto sim acontecerá para, quem sabe, sua perdição eterna!

 

A confusão na contagem dos 5 caídos.

Ora, apesar dos 5 não terem importância alguma, devo admitir que não são bem aceitas as explicações a respeito. Já ouvi de tudo, uns somam a Média e Pérsia considerando-as como sendo 2 reis, outros a Asíria e outros ainda, o Egito, que seria convincente por ter sido na antiguidade um grande perseguidor de Israel. Já defendi o Egito, confesso, mas hoje concordo que não deve entrar nesta lista, porque a profecia de Daniel é para o futuro, além de Babilônia, veja a prova: Daniel 2:29 – "... sobre o que havia de suceder no futuro...".

 

"Ferida Papal" ou ferida da espada na cabeça da besta?

É importante dizer, que para formar a 1ª besta, foi necessária a união do Papado ao Império Romano. Mais importante ainda é dizer que depois de formada esta 1ª besta, a mesma não pode coexistir com os reis que a formou, porque ela mesma é a besta dos 7, ou seja, independente de quais sejam eles, não pode ser contada, ou seja, somada novamente com os reis que a formou, porque ela neste caso especifico, cumpre função de simbolizar seus integrantes. Melhor explicando: Eu e minha esposa formamos um casal então ninguém poderá dizer que somos 3, ou seja, (1 casal + eu + minha esposa).

A ferida da espada na cabeça da besta simboliza a justiça Divina usada na dissolução, ou melhor, separação dos integrantes da besta e é por isto que seus integrantes, separadamente, continuam vivos. Apoc 13:3 – Também vi uma de suas cabeças como se fora [ferida] de morte, mas a sua ferida mortal foi curada. Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta, Apoc. 13:14 – ...e, por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e [vivia]. Ferida a cabeça, conta-se os 2 que a formavam, por isto, o termo: "ferida papal", não atingi o perfeito significado da ferida pela espada na cabeça da besta, que é bem mais significativo e complexo. Ferida a cabeça da besta, fica como que morto o símbolo da união, ficam separados o papado e o império (a igreja do estado). Há uma grande diferença entre a ferida na cabeça da besta que teve por objetivo interromper uma ação conjunta de reinos e a ferida sobre a cabeça de um determinado rei especificamente falando. Eu gostaria muito de saber de onde surgiu este termo: "ferida papal"?

 

Quem é a prostituta?

O termo "prostituta" revela a traição da igreja a Deus ao se associar aos interesses do estado: A cura da ferida mortal, simboliza a reconciliação do casal, da igreja que retorna a se prostituir com o estado. Esta cura fará surgir é lógico, a 2ª besta "da terra" no continente americano (o pretenso governo da Nova Ordem Mundial sonhado pelos maçons ou o aguardado governo do Anticristo esperado pelos pentecostais) e no ápice de seu desenvolvimento, a antiga 1ª besta estará se recompondo. Veja a confirmação disto no sublinhado do texto que segue: Apoc. 13:9 – ...Se alguém tem ouvidos, ouça... 12 – exercia toda a autoridade da primeira besta na sua presença;.... Finda se o abismo literal existente entre a igreja e o estado, só que agora, em ambos os mundos, antigo mundo "águas" e novo mundo "terra". Por que assim foi que eles voluntariamente ignoraram isto, que a terra "foi tirada da água e no meio da água subsiste".

A besta é um reino diferente, essencialmente "religioso", exerce seu poder com a dependência de associação ao estado, motivo pelo qual, para descrevê-la, se usam os termos: "também é o oitavo... diferente dos primeiros". O termo "é também o oitavo rei, e é dos sete", demonstra que ela atua com ampla permeabilidade entre os poderes.

"É também o oitavo" têm múltiplas conotações: 1º por conta do chifre pequeno, depois por conta da união do 7º rei (2ªbesta) ao 6º rei (1º besta) formando então, logicamente, o 8º rei, do qual podemos afirmar ser a continuação da 2ª besta já incorporada à 1ª besta e etc.

A bíblia nos relata 7 cabeças (7reis) e ao mesmo tempo cita o 8º separadamente, porque a besta sempre será o elo da união sócio-ideológica e político-religiosa dos reinos na busca utópica da ordem e paz mundial sob uma mesma lei, maquiada com um caráter de "bem" às custas da cumplicidade religiosa, o que autentica ser o 8º também dos 7. Por isto, exatamente, o fato de a lógica, neste caso, abrigar a exceção quanto à contagem dos reis, visto não poder haver repetição, e da impossibilidade de contagem deste rei que é essencialmente um (poder) "ideológico".

Sintetizando, Roma imperial e Roma papal caíram, apenas, única e exclusivamente "enquanto besta", mas continuaram a viver enquanto "Ideologia" e estes pretende ser o quinto reino de Daniel 2...

Lembre-se, a sabedoria Divina não pode ser de toda alcançada por nossa ciência, não adianta apelar para a "matemática": Porque eu e minha esposa nunca seremos 3 (três) ou uma trindade...

 

O mistério?

De modo algum é inconcebível jogar sobre os reis o mistério. Deus não lançou um enigma sobre um par de reis. Apesar destes 2 serem diretamente os principais envolvidos, a besta é toda ela uma só, composta das aspirações humanas e executadas pelos seus representantes legítimos (os governantes).

Raciocine na evidente verdade de que após a união da 2ª besta com 1ª besta estarão novamente envolvidos todos os reis da terra, desde o 1º até o 7º, desde Babilônia até a América. A besta não é um dos reis e sim "dos reis". Ela pertence aos reis, é o corpo dos reis, reis estes, que de outra maneira não poderiam ser inclusos por Deus no corpo da besta, senão como "sua cabeça". Portanto, a intenção divina com o uso do símbolo "cabeças", foi exclusivamente a de seqüênciar os reis com o objetivo de nos situarmos quanto ao tempo em que vivemos em relação à profecia. Mas sendo Ele conhecedor da mente humana, para se eximir da culpa de prováveis confusões futuras, sabiamente alertou, enfatizando que este mistério estava sobre a mulher e a besta, não sobre os reis como insinuam "alguns". Se nisto alguma obscuridade existe, vem de nossas próprias mentes, não há mistério algum sobre os 7 reis. Veja e confira com o texto: Apoc. 17:7 – Ao que o anjo me disse: Por que te admiraste? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a leva, a qual tem sete cabeças e dez chifres. Ora, o anjo disse: "Eu te direi..." Sendo assim, ele, o anjo, já disse o mistério: Que as 7 cabeças simbolizam ainda 7 reis e também 7 montes e daí para frente já não cabe mistério e sim teimosa mistificação.

Mas, se você ainda não atingiu clareza de entendimento, coloque o foco de seu raciocínio sobre a participação do papado (como um todo) como sendo um rei e nas duas bestas, então entenderá simultaneamente o sentido dos termos: "era e já não é", "um existe", "é dos 7" e "é também o oitavo".

Sendo assim, somando Babilônia + Médio-Pérsia + Grécia + 1ª Besta (Roma e Papado) chega-se aos 5 reis caídos. A frase "5 já caíram" é direcionada aos cristãos de um pouco antes da ira para onde João foi arrebatado, Porém a afirmação "um existe", apenas para o tempo em que, João vivia (Roma Imperial). Deus não usaria a palavra existe para algo de fato inexistente algo que ainda estava por acontecer no futuro, Ele não diria utilizando-se do fruto do arrebatamento.

Mais provas: Esta argumentação traz à tona uma curiosidade que não tem nada a ver com nosso assunto "7 reis", mas que não posso perder a oportunidade de comentar: Fosse genuína a estória contada pela igreja católica, que alega a existência do papado desde Pedro, com a intenção de legitimar o usurpado titulo de ser a primitiva igreja romana, o anjo obrigatoriamente teria dito 2 (dois) existem.

Poderia ter o anjo, quando da afirmação: "Um existe", estar se referindo ao papado? Não, mas também não podemos deixar de comentar esta "suposição" de a frase "um existe" se referir ao papado desde, é claro, que obrigatoriamente a explicativa do anjo tivesse sido feita durante o arrebatamento. Mas a resposta será sempre não, porque a visualização dos reis ocorreu em Apoc. 13:2 na visão da boca de leão que falava grandiosamente e não em Apoc. 17. Pesa ainda contra isto, o fato da impossibilidade física de algo não ocorrido realmente existir.

Sabemos pela Palavra em Daniel 7, que tanto o profeta João quanto nós (em nossos dias – 2008) estamos "cronologicamente" sob as "ruínas" do Império Romano ora dividido, o 4º império universal que antecede o eterno reinado de Cristo e apesar de este mesmo Império Romano hoje, em nossos dias, se encontrar "politicamente" extinto, será sempre incorreto, por causa do tempo verbal aplicado no texto. Mesmo que assim fosse, ficaria ainda firmado sobre o papado o termo rei e não sobre os papas, isoladamente e coincidentemente, da mesma forma como defendido por este escrito, os 7 reis ainda não passaram de 7 INSTRUMENTOS DA PERSEGUIÇÃO DE SATANÁS À IGREJA "ISRAEL" ATRAVÉS DA HISTÓRIA.

O grande erro.

A besta é dos 7 reis, os 7 reis são papas, um rei existe logo um papa existe. Agora pergunto: Seria tão importante para o anjo enfatizar a existência de um papa no tempo de João? E mesmo se considerarmos esta dedução para nossos dias, ainda sim não consigo visualizar que importância teria a ênfase da existência ou não de um papa. Já o mesmo não posso disser de um poder perseguidor. Deu para notar a diferença?

A "teoria dos 7 reis" desconsiderando o Falso profeta, que é uma das maiores provas de que os 7 reis não são 7 papas.

Leia os 2 textos abaixo separadamente prestando muita atenção no que está escrito e depois leia a correção.

Apoc. 13:11-15 – E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como dragão. Também exercia toda a autoridade da primeira besta na sua presença; e fazia que a terra e os que nela habitavam adorassem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada. E operava grandes sinais, de maneira que fazia até descer fogo do céu à terra, à vista dos homens; e, por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.

Apoc. 19:20 – E a besta foi presa, e com ela o [falso profeta] que fizera diante dela os sinais com que enganou os que receberam o sinal da besta e os que adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre.

 

A Correção:

Apoc. 13:11 a 14, revela que a 2ª besta exercia toda (a mesma) autoridade da 1ª besta na sua presença, fazia com que os habitantes da terra (Américas uma vez que mar representa as terras do Velho Mundo) adorassem a 1ª besta, já curada, ainda, que esta 2ª besta fazia grandes sinais na presença da 1ª besta. Agora, muita atenção para o que há de importante nisto: Primeiro foi dito que a 2ª besta operava grandes sinais na presença da 1ª besta e depois um pouquinho à frente, no capitulo 19 verso 20, a mesma Bíblia diz que quem fez estes grandes sinais, foi o falso profeta. Ora, "Antes seja todo homem mentiroso e Deus verdadeiro", é claro que quem exerce todo o poder religioso na presença da 1ª besta, é o Falso profeta (parte religiosa da 2ª besta). Daí conclui-se que o poder religioso da 2ª besta vem do protestantismo. Devo ainda ressaltar que a referência "a todos os habitantes da terra", certamente diz respeito aos habitantes do novo mundo (as Américas), porque se assim não fosse, bastava dizer todos e não todos habitantes da terra (já que a besta subira da terra...). Ora! Quero crer que seja do conhecimento de todos estes importantes detalhes. Por que assim foi que eles voluntariamente ignoraram isto, que a terra "foi tirada da água e no meio da água subsiste" (Gênesis 1).

Você entendeu que do 7º rei (2ª besta), quem faz a parte (religiosa) é o protestantismo apostatado (Falso profeta; o falso cristianismo trinitariano; o falso nome do Eterno; o falso nome Jesus; o falso batismo; o falso poder pentecostal; o falso reino nos céus; etc)? E que é por isto, que a Palavra diz: 12 – "... Também exercia toda a autoridade da primeira besta na sua presença;...". É isto mesmo! O falso profeta (protestantismo apostata) será o poder religioso da 2ª besta antes de se unir à antiga 1ª besta, tornará-se no 8º rei. Agora me responda: Se a besta é dos 7 reis e o falso profeta faz parte de um rei ou besta, como pode todos os 7 reis ser papas?

Bastava esta afirmação bíblica de a besta ser dos 7 reis, para dar fim à "teoria 7 reis", porque assim sendo, tanto a 2ª besta como o Falso profeta teriam de ser papas. Ora! Todos sabem que eles são do novo mundo e os papas, do velho mundo. Por que assim foi que eles voluntariamente ignoraram isto, que a terra "foi tirada da água e no meio da água subsiste".


Ficam então assim revelados todos os "8" reis de Apocalipse 17

10 são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo.
11 A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição.

1º Rei = Babilônia.
2º Rei = Médio-Pérsia.
3º Rei = Grécia
4º Rei = Roma Império. "um existe"

5º Rei = Roma Papal. - "é dos 7".

6º Rei = 1ª BESTA HIBRIDA - Roma Império (política) e Papado (religiosa)... "A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete,"... "são também sete reis: cinco já caíram; um existe (nos dias de João em visão); e o outro ainda não é [vindo]; e quando vier, deve permanecer pouco tempo."

7º Rei = 2ª BESTA HIBRIDA - Américas (política) e Falso profeta (religiosa). "ainda não é [vindo]; e quando vier, deve permanecer pouco tempo."

8º Rei = União do 7º rei com o 6º rei - Que são dos 7, ou seja, a união das duas bestas... "é também o oitavo rei, e é dos sete".

 

As 7 Cabeças são também 7 papas?

Não! Apoc. 17: 10 – "... São também sete reis".

A palavra "também", se refere a um 2º significado que as 7 cabeças têm além de membro do corpo físico da besta e não ao lançamento de um enigma em cima do símbolo "rei".

Fossem os 7 reis, 7 papas (não que os papas não faça parte ou seja um instrumento usado pela besta para disseminar o engano), concordem, estaria a besta assentada sobre ela mesma, pois a bíblia claramente a identificou como dos 7 reis! Concordemos também, que realmente seria necessária a ressurreição de um papa para que a matemática continuasse ter a lógica como seu adjetivo.

 

Quando se lê "são também 7 reis"

Em 1º lugar, fica patente a distinção entre a cabeça do corpo físico da besta e as 7 cabeças como símbolo. Em 2º lugar, também fica patente a lógica intenção de se fazer distinção entre estes 7 reis.

Atribuiu-se às 7 cabeças (sustentáculos cerebrais) ainda o símbolo, rei (7 reis). Há uma grande diferença entre o meu cérebro e o seu, e é esta a explicação para nossas muitas cabeças. Tivessem as sete cabeças o mesmo cérebro, estaria em um só crânio, mas não é assim, elas têm variação – plena – de personalidade. Podemos disser assim: A Força intencional da besta é única, vem de uma só mente satânica (cabeça), mas é operada estrategicamente, em tempos diferentes, por diversas mentes; as tais "7 cabeças". Esta é a intenção da palavra; nos chamar a atenção para este bizarro diferencial, "7 cabeças".

O papado foi sim das 7 cabeças e o será novamente, quando voltar atuando como o 8º rei. Os papas individualmente não podem ser as 7 cabeças, por uma questão de ordem, dimensão e estrutura do texto escatológico e político/histórico. Os papas pertencem à Babilônia, a boca de leão que fala grandiosamente, que por sua vez está assentada (fundamentada) sobre a besta (satanás), que necessariamente depende do poder político para existir (ou exercer autoridade), ou seja, você não vai conseguir criar uma besta apenas (somente) com o poder religioso e para os da "teoria dos 7 reis", concordem, aqui vai o texto que comprova esta dependência: Apoc. 17:13 – Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta.

A palavra rei, quando se refere às cabeças, significa reino, em um sentido maior que os reinos simbolizados pelos chifres sobre elas. A lógica ciência Divina nos mostra estar estes chifres sobre as cabeças e não as cabeças sobre os chifres, senão, estariam todos os reinos sobre o papado.

 

Um grande erro de cálculo: 10 coroas para apenas 7 cabeças?

"Então a partir de l929 os papas são considerados reis, de fato." O absurdo texto acima, entre aspas, foi retirado de um dos escritos que constam do site adventistas.com, referentes à "teoria 7 reis" ou da própria, não sei. Também li algo, que se não me engano, dizia que: "Apoc. 17 antecede Apoc. 13, porque a besta em Apoc. 17 está sem as coroas". Sinceramente, são muitas coroas para poucas cabeças! E mais apoc. 13 está à frente de apoc. 17 em qualquer sentido imaginável, porque em 13 a besta emerge das águas e em 17 a prostituta que depende da besta já está sendo condenada. Que absurdo..!

Veja como são todos, bem distintos, estes símbolos:

As 7 cabeças: São os 7 reis.

Os 10 chifres: São os 10 reis primeiros, antes da divisão de Roma, aqueles dos quais sobram 8, porque 1 reino pequeno derrotou outros 3 (os monoteístas arianos).

As 10 coroas: Estão reservadas para os 10 reis últimos (10 conglomerados econômicos), que darão poder à besta no final dos dias.

As 2 bestas: A 1ª besta simboliza os poderes do velho mundo (o papado) e a 2ª besta simboliza os poderes do novo mundo (a maçonaria). A união das 2 (duas bestas) caracterizará o 8º rei (a Nova Ordem Mundial).

Nossas suposições, quanto ao símbolo "rei", vem involuntariamente de nosso subconsciente quando não atentamos para a distinção que há entre as 7 cabeças (reis) e os 7 reinos dos 10 primeiros oriundos da divisão do império Romano, dos quais caíram 3, com o surgimento de 1 novo reino diferente (religioso), totalizando 8. A confusão acontece, porque a profecia dá a estes 2 símbolos duplicidade, quando do uso deste termo comum a ambos: "também (alem disto) é o oitavo".

Estamos falando até aqui de um total de 18 reis, por conta do termo, "8º rei". Com o termo 8º rei a profecia faz alusão tanto aos 10 reinos provindos da queda de Roma, que finalizam em 8, quanto aos 7 reis do qual também a besta é o 8º. Só para ficar mais claro, resta dizer, que estes 18 reis somados aos 10 últimos reis totalizam 28 reis.

Pior foi atribuir à estas 7 cabeças, supostamente 7 papas, as 10 coroas pertencente aos 10 últimos reis. Se assim feito, ficam misturadas 3 revelações distintas e vendados os olhos dos que não lêem, não gostam de ler ou permitem que outros o faça por eles. Cumpre-se assim a "operação do erro, o objetivo maior de Satanás".

Veja a diferença entre estas 2 (duas) dezenas de reis: Os 10 primeiros: em Daniel 7:24 – Quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e [abaterá] a três reis. Já quanto aos 10 últimos: em Apoc. 17:12 – Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam o reino, mas receberão autoridade, como reis, por uma hora, juntamente com a besta.

Os dez primeiros fazem parte (procedem de um reino = Medo-pérsia) e os 10 últimos (ainda não fazem parte de nenhum reino), não receberão o reino; é muito diferente.

As profecias, em Apoc. 13 e 17, afirmam que a besta tem em seu corpo físico 7 cabeças, que suas cabeças também representam 7 montes e ainda 7 reis. Portanto as 10 coroas nunca estiveram sobre as 7 cabeças, mas sim sobre os seus 10 chifres. Ora! Responda-me: Se os 10 reis tivessem um só significado, como poderiam ao final os 10 dar autoridade a besta, se a mesma já tomou a força autoridade de 3 reis?

Portanto, as 10 coroas pertencem aos 10 últimos reis e não a "7 reis ou papas", por isto, é que esta estória de 1929 não tem fundamento e nem tão pouco um mínimo de ciência. Basta de datas! A igreja (IASD) já é por demais ridicularizada por causa delas.

Serem 10 e não 7 prova-se ainda, quando a palavra afirma ser a besta dos 7 reis e também o 8°. Incontestável fica, quando o texto exclui a besta dos 10 reis (últimos) dizendo: "juntamente com a besta". Ora, se a besta é dos 7 reis, como explicar a frase "juntamente com a besta"? Portanto o dito na "teoria 7 reis", que Apoc. 17 antecede Apoc. 13, sobre o fundamento das coroas, não tem sustentação.

Quanto aos 7 montes, continua claro se tratar das 7 colinas de Roma: Aventina, Esquilina, Viminal, Quirinal, Sextina, Celina e Capitolina, sobre os quais se encontra assentada (fundamentada) a prostituída; "doutrina" Babilônica.

Quanto aos 7 reis, a profecia revela fazer parte a 1ª besta já ferida, o que deixa claramente identificando o papado e Roma Imperial pelos versos que seguem: Apoc. 17:11 – A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição.

Apoc. 17:10 – São também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo. Com esta identificação bíblica da 1ª besta, onde a Bíblia afirma ser a besta dos 7 reis, anula-se a necessidade de João, durante o arrebatamento, estar à frente do ano de 1929, para que sejam reconhecidas as 7 cabeças como reis, visto que o ápice de atuação desta 1ª besta se deu muito antes, na longínqua idade média. Não é mesmo?

Ainda sobre a infeliz data de "1929"... "Argumentou-se" Repito mais uma vez, em um dos escritos sobre a "teoria dos 7 reis" encontrados no site adventistas.com, que a besta, vista por João em Apoc. 17, ainda "estariam sem suas coroas" e que por causa disto, Apoc. 13 estaria à frente de Apoc. 17. Ora! Nasceu morta esta suposição porque seu autor associou à ela o fato de que a prostituta "já se encontrava embriagada com o sangue dos santos". Ora! Entendi direito? Os 7 reis ainda não estavam coroados, mas a prostituta já vinha atuado, é isto? Não seriam tanto a besta quanto a prostituta culpadas pelo sangue dos santos? Não seria a besta um dos 7 reis?

Complicado não! Mas tudo tem sua explicação CORRETA dentro da palavra e será preciso ler tudo e por mais de vez com muita atenção, para entender e ter domínio "do todo", senão, volta-se a confusão da "teoria dos 7 reis", como até então estava exposta. Portanto leia mais.

ADENDO:

Como está descrita, em Daniel, a cronologia divisora dos tempos, após seus dias até O Reinado de Cristo sobre a terra?

Com certeza é do conhecimento da maioria, de uma divisão de tempo feita no livro de Daniel, onde os governos terrestres são divididos em 4 grandes Impérios.

Os 4 Impérios universais que antecedem o reino de Cristo, revelados em Daniel 7:17 – "Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra."

1º Império Babilônico
2º Império Medo-Persa
3º Império Grego
4º Império Romano (Estado político)

18 Mas os santos do Altíssimo receberão o reino e o possuirão para todo o sempre, sim, para todo o sempre.

14 E foi-lhe dado domínio, e glória, e um reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído.

5º Reinado de Cristo.

 

Quando o Império Romano, biblicamente, deixará de existir?

Daniel 2:35 – Então foi juntamente [esmiuçado] o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro, os quais se fizeram como a pragana das eiras no estio, e o vento os levou, e não se podia achar nenhum vestígio deles; a pedra, porém, que feriu a estátua se tornou uma grande montanha, e encheu toda a terra.

 

Atos divisórios da narrativa profética em Apoc 17.

1º Ato - Narrativa introdutória de João, sobre o ato de um dos sete anjos do tempo da ira em Apoc. 16 que fala à ele: "1 Veio um dos sete anjos...".

2º Ato - Chamado do anjo direcionado a João para mostrar, "a condenação da grande prostituta", tema principal deste texto: "Vem, mostrar-te-ei a condenação...".

3º Ato - Narrativa de João sobre a visão.

3 Então ele me levou em espírito a um deserto; e vi... uma mulher montada numa besta cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e que tinha sete cabeças e dez chifres.

4 A mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas; e tinha na mão um cálice de ouro, cheio das abominações, e da imundícia da prostituição;

5 e na sua fronte estava escrito um nome simbólico: A grande Babilônia, a mãe das prostituições e das abominações da terra.

6 E vi que a mulher estava embriagada com o sangue dos santos e com o sangue dos mártires de Jesus. Quando a vi, maravilhei-me com grande admiração.

A partir do verso 3 de Apoc. 17. João descreve o episódio da prostituta que é bastante conhecido de todos nós por isto não há necessidade de comentá-lo por sermos unânimes quanto ao seu significado (o papado com suas filhas, os evangélicos).

4º Ato - Pequena narrativa de João para re-introduzir a narrativa da fala explicativa do anjo. 7 Ao que o anjo me disse:..

5º Ato - Narrando a fala explicativa do anjo a João a respeito do visto durante o arrebatamento.

...Por que te admiraste ? Eu te direi o mistério ... da mulher, e da besta que a leva, a qual tem sete cabeças e dez chifres.

8 A besta que era e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não é, e que tornará a vir.

9 Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada;
10 são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo.

11 A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição.

12 Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam o reino, mas receberão autoridade, como reis, por uma hora, juntamente com a besta.

13 Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta.

14 Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os que estão com ele, os chamados, e eleitos, e fiéis.

15 Disse-me ainda: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas.

16 E os dez chifres que viste, e a besta, estes odiarão a prostituta e a tornarão desolada e nua, e comerão as suas carnes, e a queimarão no fogo.

17 Porque Deus lhes pôs nos corações o executarem o intento dele, chegarem a um acordo, e entregarem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus.

18 E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra.

 

Um abraço a todos, Eduardo R. Ligeiro - ligeiroag@terra.com.br

Edição de o Caminho

 

NOTA de o Caminho: Observe também que a Babilônia de Apocalipse 17 (religiosa) não é a mesma de Apocalipse 18 (política)...

 

 

 

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